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Quarta-feira, 24 de Junho de 2009

Habemus campeonato!

E a Fórmula 1 está salva! A paz foi selada com garantia das equipes de assinarem um novo Pacto de Concórdia, em troca do veto ao limite de gastos e, o principal: a não-reeleição de Max Mosley à presidência da FIA.

Como eu já havia postado em tópicos anteriores, achava que nada iria mudar. E não mudou.

Não havia jeito de dar certo, como citei com o Campeonato Brasileiro e a CBF como exemplos. Bastou lembrar, a alguns colegas, de 1987 e 2000, para todos concordarem que a FIA deve seguir "mandando" na Fórmula 1.

Para o bem do mundo da velocidade (e do meu futuro profissional), a Fórmula 1 segue quase a mesma, única, importante e com os melhores pilotos do mundo.

Até porque eu jamais assistiria a F-Fota, sem ter prova no Brasil!

Domingo, 21 de Junho de 2009

Capacidade além do canudo

A decisão do STF de vetar a obrigação do diploma de Jornalismo para quem exerce (ou vai exercer) a profissão fez lotar minha caixa de e-mail. Todos perguntando o que eu, suposto "beneficiado-mor" achava.

Primeiro, não sou o único que gostou da decisão. Gostar não significa, totalmente, concordar. E de nada adiantará se eu não me esforçar na profissão. Sou a favor de que, quem quer seguir a carreira, deve se especializar, mas existem as exceções. No meu caso, específico (narração esportiva), o diploma é bem-vindo, apenas, e não uma obrigação.

Segundo: essa história de base ética, socióloga e outras do ramo é ultrapassada. Até porque, fosse assim, a faculdade de Rádio e TV, que eu curso, teria o mesmo efeito. Na verdade, a área de Comunicação é meio complexa, e acho que algumas das teorias são antigas e não condizem com os dias atuais. Até porque, quando eu terminar Rádio e TV e começar o Jornalismo (com ou sem obrigação, eu farei), não precisarei rever os tais conceitos teóricos, ou seja, já passou da hora da Comunicação Social ser uma única faculdade, e depois, ter a especialização nas atuais áreas.

Terceiro: não sei porque a revolta de alguns. Há anos, não-jornalistas são contratados e ninguém nunca falou nada...

Quarto: os dois lados tendem a ganhar, diferente do que se diz. Quem tem talento para escrever (talento de vivência e experiência; ninguém nasce sabendo) terá a chance de ingressar na área. No meu específico caso (e de todos que cursam Rádio e TV), a base teórica é a mesma, ou seja, o diferencial será na escrita e no bom texto, coisa que felizmente tenho aprendido com os seis anos no Trupe da Terra. E quem faz Jornalismo deixará de se preocupar apenas em passar de ciclos e se formar; irão buscar sempre o melhor para mostrar que a faculdade faz diferença.

Quinto, e principal: a responsabilidade aumenta para todos: quem não tem diploma, vai precisar provar que pode se igualar com aqueles que possuem. E as empresas de Comunicação, que continuarão a priorizar o diploma, pode dar chance para os não-diplomados mostrarem seu trabalho.

A Internet faz aumentar o campo. A TV digital, crê-se, também. Restam aos pleiteantes da profissão, com ou sem diploma, a competência para conseguir sucesso na área. Essa está acima de qualquer canudo.

O mesmo erro

A história já mostrou que conversas na Fórmula 1 tendem a ser dementidas de uma hora pra outra. Como já disseram, as verdades na categoria são como nota de três, em qualquer moeda; não existem.

Porém, o caso de abandono das oito integrantes da FOTA (Associação das Equipes de Fórmula 1) parece que será consolidada.

As razões para eu esculachar os dois lados (FIA e FOTA) são inúmeras, até porque ambos erraram. Pode-se dizer, inclusive, que há um festival de trapalhadas há muito tempo estabelecido na categoria, que resultam em trocas constantes de regulamento (técnico e desportivo), aumento descomunal nos custos, imposição de luxo desnecessário em autódromos e por aí vai.

Mas se há um culpado nessa briga toda, esse culpado é a FOTA. Primeiro, por querer defender os interesses de equipes-montadoras, que não têm nenhum compromisso com a categoria, e sim, com seus lucros (basta analisar que há muito tempo a Renault ameaça tirar o time do asfalto).

Segundo, por gastar demais, o que destrói por completo a expectativa de entrada de novas equipes (óbvio, nenhuma equipe independente consegue competir, em igualdade de verba, com as montadoras; a exceção é a Red Bull, e só). Terceiro, e o mais cruel, por querer tomar o poder à força.

Max Mosley tem inúmeros defeitos. Eu mesmo já defendi sua aposentadoria. Mas ele está mais do que certo em querer concentrar o poder da F-1 nas mãos da FIA. Afinal, é ela quem rege as regras do automobilismo mundial. Seria como a CBF com nosso futebol.

O próprio presidente da FIA (e acho que todos, no mundo) se pergunta o porquê de tamanho gasto em tempos de crise. Mesmo assim, o teto orçamentário parece ser o próprio demônio para as montadoras. Mosley, porém, tem razão ao querer limitar custos. A FOTA argumenta que tentou suas medidas para isso (padronização de carros, motores, ECUs, caixas de câmbio e fim dos testes), o que seriam somente limitações técnicas; no fim das contas, os gastos continuam estratosféricos.

Até penso que implantar a idéia de mesmo chassi seria uma boa para a categoria (basta ver na Indy). Mas há que se ter um limite. Para que novas equipes possam ingressar; equipes que têm no automobilismo a sua paixão, e não apenas uma fonte de lucros, como as montadoras.

A nova Fórmula 1 poderá ser fraca no início, mas tenderá ao crescimento. A FOTA terá sérios problemas para gerir tal campeonato. Basta lembrar a bagunça que foi o Campeonato Brasileiro nas mãos dos clubes (exemplos como o de 1987 e 2000), que só reforçam a afirmação de Max: há a necessidade de um órgão independente para comandar a festa.

O problema é que, no fim da bagunça, e com a separação consolidada, ambos perdem. Todos, na verdade: patrocinadores, pilotos, equipes, dirigentes, autódromos, mídia, público... todos sentirão negativamente os efeitos da briga.

Parece que ninguém aprendeu com a briga CART x IRL, e estão insistindo no mesmo erro.

Domingo, 14 de Junho de 2009

Só na sexta-feira

E a definição das 13 equipes ficou pra sexta-feira. McLaren, Toyota, Renault, Brawn e BMW devem resposta definitiva à FIA. Ferrari, Red Bull e Toro Rosso, apesar de confirmadas, negam que aceitam as condições do tio Max.

Até o momento, sabe-se que USGPE, Campos e Manor são as três estreantes. Esse número pode aumentar, já que fontes européias dão como certa as retiradas de Toyota e Renault.

Esse lenga-lenga encheu o saco. E tenho certeza de que a Ferrari não vai ter coragem de abandonar a Fórmula 1. Sendo assim, as outras (que esperam uma atitude da escuderia vermelha; o famoso reizinho mandou) irão continuar.

E se alguma sair, tchau! Existe uma fila de equipes interessadas, como Lola, Prodrive e Epsilon. A Fórmula 1 não vai acabar por nada!

Domingo, 31 de Maio de 2009

O topo merecido

E o ano de 2009 está sendo o dos, até então, esquecidos. Na Fórmula 1, Jenson Button domina e caminha a passos largos para conquistar o título de 2009. Merecido? Em parte. Qualquer um dos pilotos merece, porque não estão lá a toa.

Mas, no caso específico de Jenson Button, ele merece muito. Revelado em 2000, pela Williams, foi para a Renault e parecia afundar-se. Foi para a BAR em 2003, destruiu Villeneuve, foi terceiro em 2004 (perdendo apenas para as Ferraris)... aí veio a fase Honda. E Jenson, assim como seu companheiro Rubens Barrichello, viraram motivo de piada. A situação piorou com o título de Lewis Hamilton e a saída da montadora japonesa.

Parecia o fim do piloto inglês que tinha fama de estar no lugar errado e na hora errada. No primeiro momento, o anúncio da Brawn soou mais como uma manutenção de emprego do que uma chance de fazer algo louvável nas pistas.

Sim, já disse antes que esse carro estava pronto desde junho do ano passado e que a equipe, nas mãos de Ross Brawn, não seria a piada que foi em 2007 e 2008. Mas ninguém esperava tal domínio.

Porém, é bom salientar que Button não é líder só por causa do carro. Ele mostra uma maturidade há tempos em falta na categoria. Poupa equipamento e anda rápido quando precisa. Sempre larga na frente, é agressivo e, ao mesmo tempo, prudente.

Os 16 pontos de frente não são fruto do acaso. A Inglaterra sorri! Mesmo de forma tardia, jenson Button chega ao estrelato!

A redenção merecida

No início do ano, Helio Castroneves estava afundado em problemas judiciais, sendo acusado de sonegação fiscal e evasão de dívidas. Além dele, sua irmã, Katiúcia e o advogado, Alex Miller, estavam na mira da Justiça americana.

Caso fosse condenado, poderia ficar 35 anos atrás das grades. Além de tudo isso, sua carreira profissional corria sérios riscos: a organização da IndyCar quis tirá-lo da categoria, alegando má conduta; a Penske o substituiu na primeira prova por Will Power.

Em Março, a absolvição. Livre da acusação, ele voltou ao cockpit da Penske. Logo de cara, um pódio na etapa de Long Beach.

Mas ele precisava de algo maior, que marcasse o fim do sofrimento. E o acontecimento foi as 500 Milhas de Indianápolis.

A pole era um bom sinal. Na corrida, depois que reassumiu a ponta, não saiu mais dela. Venceu com autoridade e pôs um fim ao sofrimento. O autódromo aplaudiu de pé, os narradores da Bandeirantes caíram no chôro, assim como toda a equipe. Aliás, todos os pilotos deram os parabéns.

Para o bem do automobilismo, o Homem-Aranha voltou!!

Segunda-feira, 25 de Maio de 2009

Mais tarde...

Não esqueci do fim de semana memorável para o nosso automobilismo. Mais tarde eu posto sobre as corridas de hoje!

Segunda-feira, 18 de Maio de 2009

Do inferno ao céu

No início do ano, ele era apenas um cidadão, acusado de evasão de dívidas e sonegação fiscal. Um crime dos mais graves nos Estados Unidos. Se considerado culpado, poderia passar os próximos 35 anos atrás das grades.

Sua situação na equipe Penske era delicada. A equipe já havia acertado com Will Power para as primeiras corridas e havia a possibilidade da exclusão do referido cidadão, por má conduta fora das pistas.

Mas tudo terminou muito bem. Absolvido das sete acusações (assim como a irmã, Katiúcia, e o advogado Alex Muller), o cidadão voltou a ser o Helio Castroneves. Na primeira corrida, um pódio.

E no dia 24 de maio, Helinho largará na pole das 500 Milhas de Indianápolis.

Após a conquista, Roger Penske declarou: “É incrível o que aconteceu. Depois de tudo que ele passou, é muito bom vê-lo à velha forma de sempre”.

E depois de estar muito perto do inferno, Helio Castroneves volta a sorrir. O Homem-Aranha da Indy está de volta!

No fim, fica tudo bem

A FIA se reuniu com as equipes para definir o regulamento de 2010. Claro, o assunto do momento é o teto orçamentário de 130 milhões de reais imposto por Max Mosley como limite de gastos para as equipes durante toda a próxima temporada.

Ferrari, Renault, Toyota, Red Bull e Toro Rosso haviam anunciado que sairiam da categoria caso o teto fosse aprovado. Mas o principal empecilho refere-se ao duplo regulamento: um para quem respeitasse o limite e outro para quem gastasse a vontade.

Na reunião, nada foi definido. E nenhuma das equipes cumpriu a ameaça de deserção. Moskey exigiu uma alternativa a isso, pois, segundo ele, a regra será mantida. Esse limite de gastos já atraiu cinco equipes que podem se inscrever em 2010: USGPE, Lola, Prodrive, Litespeed e ISport.

Querem saber? Ninguém vai abandonar a categoria. Se saírem, irão correr aonde? E os contratos publicitários? Patrocínios? Pilotos? Mecânicos? Isso é só ameaça para fazerem o que bem entendem.

As equipes que resolvam um jeito de respeitar o limite, sem saírem prejudicadas. Porque uma categoria como a Fórmula 1 não pode se dar ao luxo de ter apenas 20 carros correndo.

Começou tudo de novo...

Estava bom demais para ser verdade. Barrichello e Button como as surpresas agradabilíssimas da temporada, a bordo da recém-criada Brawn. Mas o GP da Espanha começou a azedar o molho da equipe.

O inglês reclamou que seu carro é mais lento do que o brasileiro que, por sua vez, reclamou da estratégia. Sejamos francos, Button nunca foi um grande acertador de carros e, em parte, tem razão em querer o mesmo acerto do brasileiro. Em parte, porque todos sabem o quanto Barrichello é um excelente acertador de carro.

E quanto à estratégia, os méritos são do inglês, que mudou de três para duas paradas, venceu a quarta prova no ano (em cinco disputadas) e abriu 14 pontos frente ao seu companheiro de equipe.

Semana que vem tem GP de Mônaco. Uma pista ideal para a Brawn. Se os ânimos deixarem.

Domingo, 26 de Abril de 2009

Chris Amon do século 21?

Rubens Barrichello não é um brucutu. Mas seu azar irrita.

A mudança de estratégia era pra dar certo. Afinal, o brasileiro andava cerca de um segundo mais rápido do que os rivais da frente: Hamilton, Vettel e Trulli brigavam feito loucos pela segunda posição. Barrichello chegava a ser meio segundo mais veloz que Button.

A idéia era fazer o brasuca parar, voltar no mesmo ritmo e, quando os três supracitados pilotos parassem, ele assumiria a segunda posição, abriria o necessário para uma rápida parada no final e garantiria a dobradinha da Brawn. Mas...

Após essa parada “nova”, Barrichello perdeu muito rendimento. Foi um milagre ter chegado em quinto, logo atrás de Vettel, Trulli e Hamilton, e a frente de Raikkonen, Rosberg e Alonso.

Não tenho dúvidas que Rubinho pode ganhar corridas este ano. O risco, porém, é virar escudeiro do inglês precocemente...

E quem pára Button?

Três vitórias em quatro corridas, 31 pontos e a liderança absoluta do Mundial de Fórmula 1. Os rivais começam a se preocupar. A pergunta já começa a ecoar: quem pára Jenson Button?

Não é motivo para desespero. Em voltas lançadas, Toyota e Red Bull já demonstraram estar em igualdade. Mas ainda falta constância para eles. Nada que alguns testes privados não resolva.

Outra coisa: na Espanha (palco da próxima etapa), muitas equipes estarão com novidades aerodinâmicas. Algumas delas, como a McLaren, já demonstraram evolução no GP do Bahrein – leia-se Lewis Hamilton, porque o Kovalainen...

Na pista do deserto do Sakhir, Button deu o golpe certeiro após a primeira rodada de pit stops. Abriu vantagem e venceu com sobras. Agora, são 12 pontos de vantagem para seu companheiro, Rubens Barrichello.

E pensar que, até fevereiro, ele estava desempregado... e que nem a torcida inglesa acreditava nele.

Terça-feira, 21 de Abril de 2009

E agora, Brasília?

Direto do Palácio do Planalto, mais uma da série: "Pastelões inacreditáveis".

Querem obrigar as motos a andar atrás dos carros. É ridículo!! Primeiro, que uma moto não tem o equipamento tão apurado como um carro. Ou seja, numa freada brusca, o motociclista se estropia todo.

Além disso, as motos já fazem parte do nosso cotidiano. É um meio de transporte ágil e rápido o suficiente para driblar o caos no trânsito das cidades brasileiras (até nesse fim de mundo chamado Santos existe trânsito, imagine nas grandes cidades...), tanto que muitos preferem as duas rodas ao invés das quatro. Querer que motos andem como carros vai acabar de vez com o trânsito.

Outra coisa: todo mundo vive com pressa. Por isso, existem eles: os motoboys (e motogirls, também...). Oras, se eles não cumprem seus prazos (de entrega de documentos, correspondências, pizzas e outros) no tempo estipulado, perdem o emprego. E aí, vão dar as costas para isso?

Quando a Ford ameaçou demitir uma pá de gente no ABC, o Governo saiu correndo pra socorrer. E agora, acenam com desemprego? Por quê? Eles acham que motoboy é menos importante do que a Ford? Pergunta pro Maciel (José Maciel, presidente da Ford no Brasil), por exemplo se, quando ele tem pressa de entregar algo, ele não chama um motoboy? Até ele deve ser contra essa maldita lei!

Uma sugestão seria criar motofaixas. Oras, se as ruas não comportam nem os carros, imaginem faixas exclusivas para motos?

Eu sou contra essa lei. E querem saber? Os preguiçosos que deixem os carros em casa e saiam mais a pé ou de bicicleta. O caos no trânsito só existe por causa dos carros, caminhões e outros. Motos e bicicletas não fazem mal a ninguém.

Principalmente aqui em Santos. Tem um monte de gente que pega o carro pra andar dois quarteirões... lamentável!

Uma geral no fim de semana

Bom, nem vou pedir mais desculpas pela falta de postagens. Até o fim do ano, eu me organizo... sei que vocês, leitores, vão entender o que é estar ocupado o dia todo, a semana toda...

Sem mais, portanto, aos fatos:

1- Na Fórmula 1, a Red Bull, enfim, venceu. Sebastien Vettel e Mark Webber sobraram na pista de Shanghai e fizeram dobradinha no GP da China. Jenson Button foi o terceiro e segue na ponta da tabela, com 21 pontos, seis a mais que Rubens Barrichello, com 15. Em tempo: depois dessa corrida, podemos pensar em quem vai ocupar a vaga de Nelsinho Piquet e Kazuki Nakajima. Este segundo, pelo menos, seguiu os passos do pai...

2- No vôlei, nem tem graça. Rexona/Ades e Osasco na final do feminino e Minas x Cimed/Florianópolis no masculino. Mas a notícia que mais chocou foi o anúncio do fechamento do time paulista. Um baque e tanto para quem curte o segundo esporte mais popular do país. Que belo exemplo dos dirigentes, para com os fãs do esporte, hein?

3- O Muricy tanto falou (pra variar, ele só fala asneira) que a final do Campeonato Paulista ia ser São Paulo x Palmeiras... e se ferrou. Santos e Corinthians acabaram com os "favoritos". Como maus perdedores, o Palmeiras saiu pra porrada e o São Paulo menosprezou a competição. Tudo bem, eu também digo que Estadual não vale de nada, mas e se o tricolor tivesse ganho?

4- Parecia, enfim, que o Botafogo acabaria com a sina de perder para o Flamengo. Mas o gol contra do Émerson (que coisa mais bisonha) trouxe o complexo de volta aos lados do alvinegro. Em tempo: por que o Flamengo insiste tanto para que a Nike cumpra seu contrato? Para jogar com camisas remendadas?

5- Cruzeiro x Atlético-MG finalistas em Minas Gerais. Oh, que novidade...

Domingo, 12 de Abril de 2009

Alma lavada

Eu sei que eu não deveria, mas começarei a semana feliz da vida.



Tem coisa melhor do que ganhar um jogo na base do sofrimento? Pra quem torce pro Corinthians, só tem graça desse jeito!!

Domingo, 5 de Abril de 2009

Corrida ótima, final previsível


O GP da Malásia, enquanto durou, mostrou que a Fórmula 1 2009 vai ser bastante disputada. Na pista, várias ultrapassagens, dúvidas e mais uma vitória de Jenson Button. Fora dela...

Marcar uma corrida para as 5 da tarde só para agradar franceses e ingleses (e os europeus, em geral) foi uma falta de respeito com a categoria. Fora que a chuva estava dentro do previsto, pela época do ano e pelo horário.

A chuva veio forte, e mesmo com o céu anoitecendo, o tio Bernie queria continuar o diacho da prova.

Sinceramente? Não sei porque tanta babação de ovo com franceses e ingleses. Os primeiros não fazem nada na F-1 há anos, os segundos estão ameaçados de nem ter corrida em 2010.

Eles que levantem mais cedo para assistir corrida. Quem gosta de F-1 assiste a qualquer hora!

Domingo, 29 de Março de 2009

Dobradinha imponente

E a Brawn sobrou...

Sem ser incomodado por ninguém, Jenson Button venceu o GP da Austrália. Tá, o Vettel até tentou, mas não conseguiu e, de final, ainda bateu com o Kubica. A colisão de ambos deu de bandeja o segundo lugar a Rubens Barrichello.

O brasileiro largou muito mal, perdeu o bico, ficou com a suspensão comprometida e, mesmo assim, andou forte.

Os outros brasileiros não foram tão bem. Felipe Massa chegou a ser o terceiro, mas abandonou com problemas de suspensão. Nelsinho Piquet, pra variar, rodou sozinho.

E quem diria que o Rubinho fosse ser a maior esperança da torcida verde e amarela...

Sábado, 28 de Março de 2009

Olha a Brawn aí, gente...

Antes de falar da surpresa, quero pedir desculpas pelo sumiço. Mas é que agora estou trabalhando e, não tendo tempo, fica difícil de postar sempre aqui. Além disso, há uma faculdade, que merece toda a atenção.

Feito isso, aos fatos. A Brawn sobrou na turma, nos treinos em Melbourne. Deve levar a corrida, fácil, fácil.

Culpa do difusor? Pode ser. Mas muitos se esquecem que esse carro foi feito em Junho de 2008, portanto, teste não faltou. Os rivais terão que tirar a desvantagem. A continuar nesse ritmo, a recém-criada equipe andará nas cabeças por um bom tempo.

E pensar que Button e Barrichello são motivos de piadas até hoje... realmente, o mundo dá voltas!

Quinta-feira, 12 de Março de 2009

Retrato da pré-temporada

Faltam duas semanas para a Fórmula 1 iniciar mais uma temporada.

E, se a pré-temporada, em sua grande parte foi um sonífero, as duas últimas semanas foram bastante agitadas, a ponto de deixar o torcedor brasileiro ansioso para a largada em Melbourne, no dia 29.

Primeiro, a novela Honda, que terminou com Ross Brawn adquirindo, na teoria, a "barca-furada" nipônica. Ele, que sempre dizia que a Honda iria incomodar em 2009, não estava sendo levado a sério, até colocar o bólido, rebatizado de Brawn GP, nos testes em Barcelona... e liderar três dos seis períodos!! Sendo que, hoje, Rubens Barrichello sobrou na turma!!

O excelente desempenho já causa inveja nos corneteiros, que suspeitam da legalidade do carro. Claro que teste não é corrida, mas a Brawn GP deverá incomodar!

Enquanto isso, os tidos como favoritos vão sofrendo...

Felipe Massa teve alguns problemas na terça, mas o carro mostrou estar bem rápido. A Renault ficou um pouco para trás, mas, quando se trata de Fernando Alonso, não se pode subestimar.

E a McLaren? Essa dá sinais de que errou no carro de 2009. A equipe se perdeu, segundo informações vindas da cidade espanhola - na asa traseira (tanto que usou a asa de 2008 em alguns testes). Prova do fraquíssimo rendimento é que Lewis Hamilton rodou duas vezes, mostrando que está tentando andar mais que o carro permite.

Ou seja, ficou tudo embolado. A prova real disso tudo, só quando as cinco luzes vermelhas se apagarem, daqui a duas semanas, na Austrália!

Domingo, 8 de Março de 2009

Volta fenomenal


Mais de 1 ano fora dos gramados, com a dúvida se poderia ou não voltar a atuar novamente. Ele voltou contra o Itumbiara. Poderia ter feito o dele. Mas é mais gostoso num clássico.

Parece que os deuses do futebol fizeram o Douglas (que é um ótimo jogador) não tocar aquela bola. O primeiro gol de Ronaldo no Corinthians foi do jeito que a Fiel gosta: sofrido, chorado, no finzinho, e muito, mas muito festejado.

Aos 47 do segundo tempo de uma partida memorável, digna dos dois únicos invictos no campeonato. O chamado, pelos dirigentes dos dois clubes, de "Clássico da Paz" teve o Palmeiras abrindo o placar, com um co-co-ri-có-zaço do Felipe.

Mas no último lance do jogo, um escanteio e, após um drible, um cruzamento e um chute na trave, Ronaldo marcou - e de cabeça, seu fraco - o gol de empate.

Nem a arquibancada do estádio de Presidente Prudente aguentou.

Claro que, pelas circunstâncias do jogo, um empate nos acréscimos já seria motivo para o Corinthians comemorar o empate. Mas um gol do Ronaldo foi o que bastou para o mundo inteiro exclamar: "O Fenômeno voltou"!

Quarta-feira, 25 de Fevereiro de 2009

Festa, decepção e merecimento, enfim.

Foi um erro meu. Em São Paulo, ela não pode mais ser esquecida.

Com mais um título, o terceiro em seis anos (os outros foram em 2004 e 2007, além dos vices de 2003 e 2008), a Mocidade Alegre, ignorada por esta anta que vos escreve, entra de vez no rol das grandes escolas do Carnaval Paulistano.

O tema desse ano foi "Da Chama da Razão ao Palco das Emoções... Sou Maquina, Sou Vida... Sou Coração Pulsando Forte da Avenida!!!". Os corações enlouquecidos do Bairro do Limão quase pararam na última nota, um 9,75. A Vai-Vai (que, caso tirasse 10, levaria o caneco nos critérios de desempate) ficou no quase: 9,5. E perdeu o caneco por meio ponto.

Rosas de Ouro, Gaviões da Fiel, X-9 Paulistana e Império de Casa Verde completaram a lista dos seis primeiros e desfilarão na sexta das campeãs, junto com a Águia de Ouro, que volta ao Grupo Especial.

No Rio, a disputa foi bem mais intensa, mais justa, mais equilibrada, como deve ser realmente. As largas distâncias dos títulos da Beija-Flor em 2007 e 2008, desta vez, não aconteceram. A escola de Nilópolis, que buscava o tri, perdeu por 1 ponto. Mas essa mesma distância de 1 ponto chegou a separar a líder da quarta colocada.

E, neste ano, a Salgueiro fez valer o favoritismo da Sapucaí. Se em 2008, o vice teve sabor amargo, em 2009 não teve pra ninguém. Com o enredo "Tambor", a vermelho e branco saiu da fila de 16 anos e fez a festa do Quinho, do Ronaldinho, da Gleicy Simpatia, da Viviane Araújo e de todos os salgueirenses.

Portela, Vila Isabel, Grande Rio e Mangueira são as escolas que dessfilarão entre as campeãs, no sábado, junto com a União da Ilha, que retorna ao Especial, depois de oito anos, para delírio de todos os amantes do Carnaval!

E o mais bacana foi ver, depois, os parabéns que a vice-campeã dispensou a mais nova campeã. Bonito demais. Bem diferente da imensa maioria de seus torcedores (os de fora da comunidade de Nilópolis), que acharam roubo em uma conquista inquestionável!

Bom, a tristeza deste blogueiro foi ver a Mocidade lutar nos décimos pra não cair. E, pelo desfile apresentado, ela é quem deveria ter caído para o Acesso, no lugar da Império Serrano. O desfile foi retrato do descaso da atual presidência da escola, que assumiu em 2005 e, desde então, fez a Mocidade despencar. Está na hora de uma revolução. Uma escola como a Mocidade não pode brigar para se manter. Fora, Paulo Viana!

Segunda-feira, 23 de Fevereiro de 2009

Show na passarela


Depois de mais um sumiço meu, um exemplo de festa.

O Carnaval movimenta todo o Brasil. Em São Paulo e no Rio de Janeiro, muita festa no Desfile das Escolas de Samba. No Anhembi, muitas brigarão pelo título.

Mas só essa festa já vale tudo. É mais uma prova da festa que as torcidas das escolas de São Paulo sabem fazer. Sem brigas e com muita animação.

A princípio, cinco escolas são apontadas como favoritas: Gaviões da Fiel, Mancha Verde, Vai-Vai, Império de Casa Verde e Rosas de Ouro. Mas, mesmo que o título não venha para a Fiel torcida, essa festa proporcionada no Anhembi já vale ouro. Vai, Gaviões!!

Agora, é esperar terça. E depois que eu me recuperar da tristeza, eu falo das Escolas do Rio!!

Quinta-feira, 12 de Fevereiro de 2009

Prisão, porrada e tudo mais!


Não vou comentar muita coisa. Apenas para expressar (assim como muitos), a indignação desse filhodaputa ainda estar solto.

Em um país onde se respeita as leis, o cara estaria preso, iria trabalhar na cadeia para se auto-sustentar, o carro seria apreendido e ele nunca mais iria dirigir. Mas aqui é a terra do "faz-o-que-quiser-que-não-acontece-nada"...

Isso porque o vídeo mostra claramente a cara do sem-vergonha, a placa do Porsche... e a estrada em questão é a Anhanguera. Estrada, essa, que fica em um estado que divulga "ter a melhor segurança e conforto nas estradas de todo o Brasil".

Então, que façam por valer tal rótulo!

Show, vitória e olé!

O Brasil deitou e rolou pra cima da Itália.

No confronto entre os dois últimos campeões mundiais, nossa seleção fez 2 a 0 na Azurra (veja os gols da partida). E não foi só isso.

Jogadas de efeito levantaram o público e irritaram os italianos, que saíram distribuindo bordoadas durante o jogo todo (vendo a partida, ainda me pergunto como eles conseguiram ganhar a Copa de 2006...).

Ao final, Marcelo Lippi declarou: "O Brasil está mais forte que a Itália". Sempre foi, caro Marcello!!

Quinze anos depois...

... o sobrenome Senna estará de volta à Fórmula 1.

A informação é do conceituado site "grandprix.com". Bruno Senna e Jenson Button alinharão no grid, e não somente em Melbourne.

De acordo com o site, a Honda já foi comprada, mas o nome só será revelado no início de março. Os motores serão os Mercedes.

Mesmo que a equipe capengue, é uma boa notícia. Manter 20 carros em uma categoria que luta para reduzir custos é o primeiro passo para atrair novas equipes.